Passos, o mal preparado

ImageNunca vi um primeiro-ministro tão mal preparado. O seu desempenho hoje provou mais uma vez a sua enorme impreparação.

Passos desconhece três temas levados a debate

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Que se lixem os que se vão embora…..

Depois do “que se lixem as eleições”, enquanto a prática propagandística é de máxima preocupação, o primeiro ministro não quis ficar atrás de Barreto Xavier e vai daí saiu a afirmação:
“A emigração que possa ter existido e vir a existir foi compensada por outros ativos que ingressaram no mercado de trabalho”.
Como diria o outro: olhe que não, olhe que não!

Em rigoroso exclusivo….

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FOLHAS EM BRANCO. NADA!

O PS fez sugestões sobre os fundos comunitários para o período de 2014-2020. O governo não deu conhecimento das questões suscitadas pela Comissão Europeia nos três documentes intermédios entregues em Bruxelas, nem tão pouco do documento final entregue ontem ou hoje nas instâncias europeias. É o normal, quando se tem um governo subserviente, com a ambição de ser o bom aluno quando não passa de um incorrigível cábula.

Porque não se calam….

A capacidade do governo em gerar cromos é um case study de empreendedorismo. Hoje o cromo de serviço é o Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, ex-vereador de Isaltino Morais em Oeiras. Eis o cromo do dia:
“É de voz comum dizer-se que a Direita não gosta da Cultura e que este Governo, que é de Direita, já se percebeu que não gosta da Cultura. Estes chavões estão muito próximos daqueles chavões que dizem que as mulheres loiras só têm um neurónio”.

Cultura e Governo: é simplesmente um deserto

Por acaso, a piada até costuma ser com 2 neurónios, o tico e o teco. O problema é que a política para a cultura deste Governo, não tem tico nem tem teco. É simplesmente um deserto.

“Dizer que a Direita não gosta da Cultura é como dizer que loiras só têm um neurónio” Barreto Xavier

Foi-se embora o pastel, nem a nata ficou.

Esta coisa de ter gente no governo desfasada da realidade das pessoas comuns só pode dar disparate. Tínhamos o Ministro Álvaro, do Pastel de Nata, e foi-se embora para Paris, sem ter de pedir a alguém para subir as escadarias do Parlamento (Diretor Nacional da PSP). Quando toda a gente pensava que se tinha ido embora o pastel mas tinha ficado a nata nem isso. Sucedem-se os disparates e os dislates de Poiares Maduro. A pérola de hoje é esta:
“O que não deve acontecer é as pessoas serem forçadas a emigrar porque não têm oportunidades de emprego no seu país.”
Miguel Poiares Maduro, no encerramento da Conferência sobre Migrações organizada pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa.

Interesses e interesseiros nas privatizações, preparai-vos vem aí mais uma oportunidade!

SENHORAS E SENHORES,
A Empresa Geral do Fomento, S.A. (EGF)

Com o rigor e a eficácia de um relógio suíço, mesmo sem ter clarificado e defendido o interesse nacional, o governo de Passos Coelho, alavancado por Paulo Portas, acabada de lançar mais uma oportunidade de negócio. Com José Luís Arnault já entretido na Goldman Sachs, ou não, esta é mais uma oportunidade para todos aqueles que apostam em bons negócios. Por agora, o registo para mais um processo com nebulosas está criado:
Não há plano estratégico para o sector
Não foi nomeada comissão de acompanhamento
Mas haverá certamente algum dos consultores, lobistas e afins preparados para ir a jogo a contento das partes do costume.
É um fartar de vilanagem! E esta nem sequer estava no memorado. Vai tudo a eito. Nos negócios esta malta do governo é eficaz. Fossem nas políticas para as pessoas como são para os negócios e não haviam os problemas decorrentes dos cortes, das desigualdades sociais e das injustiças sociais.

Empresa Geral do Fomento, S.A. (EGF) é a sub-holding do Grupo Águas de Portugal responsável por assegurar o tratamento e valorização de resíduos, de forma ambientalmente correta e economicamente sustentável e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do ambiente.
A gestão dos sistemas de tratamento e valorização de resíduos é feita através de 11 empresas concessionárias, constituídas em parceria com os municípios servidos, que processam anualmente cerca de 3,7 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) produzidas em 174 Municípios, servindo cerca de 60% da população de Portugal, que corresponde a 6,4 milhões de habitantes.
Com um papel fundamental no apoio à estruturação e definição das políticas de ambiente na área dos resíduos, a EGF assume como eixo prioritário contribuir para o cumprimento das estratégias e metas nacionais e comunitárias para o setor, com destaque para o aumento da recolha seletiva de embalagens multimaterial e do desvio de resíduos urbanos biodegradáveis da deposição em aterro.
Os investimentos efetuados e a atividade desenvolvida na área da recolha seletiva, quer na logística associada, quer em ações de sensibilização das populações para a importância da separação e deposição dos materiais nos ecopontos, resultaram num crescimento anual, em 2009, de cerca de 10%, sendo a EGF, atualmente responsável por 52% do total dos materiais de embalagem encaminhados para reciclagem através da Sociedade Ponto Verde.
A destacar também a valorização energética dos resíduos através de processos térmicos, nomeadamente da incineração que permite obter energia e vapor. As escórias resultantes do processo de combustão são também tratadas e valorizadas, podendo ser utilizadas como inertes para a construção civil, obras públicas e eventual recuperação paisagística de pedreiras e minas.
No domínio da valorização orgânica dos resíduos biodegradáveis, a EGF utiliza tecnologias inovadoras para potenciar o aproveitamento energético do biogás produzido pela decomposição dos resíduos e para a produção de composto passível de ser usado como fertilizante agrícola. Além de permitir prolongar a vida útil dos aterros, a valorização orgânica dos resíduos permite também reduzir a emissão de gases com efeito estufa e promover a produção de eletricidade a partir de fontes endógenas.
A EGF atua na área da gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, através de 11 Sistemas Multimunicipais de Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos Urbanos que, no conjunto, envolvem 174 municípios, correspondentes a mais de 60% da população portuguesa, ou seja, aproximadamente 6,4 milhões de habitantes, que produz anualmente cerca de 3,7 milhões de toneladas de resíduos.
A cadeia de valor da EGF abrange:
– Recolha indiferenciada e recolha seletiva de resíduos;
– Triagem, tratamento e encaminhamento dos resíduos para valorização, reciclagem ou destino final;
– Valorização dos resíduos e confinamento em aterro.

Nem todos se vergam à Goldman Sachs

A Goldman Sachs investiu na eléctrica Dong Energy na Dinamarca. O SG, um dos partidos que formam a coligação de centro-esquerda demitiu-se do Governo depois de uma indignação popular generalizada.

Afinal, nem todos se vergam à Goldman Sachs.

O que a direita sabe sobre as mulheres

O Deputado Peixoto do PSD pensa que descobriu a pólvora. Pensa, é um modo de dizer. Mas pelo menos disse.

Disse que a emancipação das mulheres é causa para a baixa natalidade.

Sim, sim, para isso e para levar à falência as fábricas de soutiens, se é que elas ainda os queimam.

Ontem, na Assembleia da República fez falta Natália Correia mas a poesia tem a vantagem da eternidade.

Toma lá Peixoto, que não é mais do que o Morgado

 “O acto sexual é para ter filhos – diz ele”

Já que o coito — diz Morgado —
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;

e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.

Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou — parca ração! —

uma vez. E se a função
faz o órgão — diz o ditado —
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.

Natália Correia em resposta a João Morgado, deputado da bancada parlamentar do CDS,
no debate sobre a legalização do aborto, no dia 3 de Abril de 1982.

Não há almoços grátis

SSAntos e Passos Coelho

A Sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS foi a empresa privada que recebeu mais benefícios fiscais relativos ao ano fiscal de 2012, com 79,9 milhões de euros.

Fonte: http://www.publico.pt/economia/noticia/beneficios-fiscais-as-empresas-em-2012-diminuiram-em-350-milhoes-de-euros-1621445

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